A ansiedade é uma sensação que acontece decorrente de uma excitação exagerada do sistema nervoso.
O sentimento de ansiedade é causado, principalmente, pelo estilo de vida atribulado das grandes metrópoles. O estresse, o trânsito intenso, as pressões profissionais, os casamentos desfeitos e a falta de dinheiro são os maiores motivadores da ansiedade. Mas o que fazer quando percebemos que a nossa ansiedade está passando dos limites aceitáveis?
O indivíduo com o transtorno da ansiedade apresenta sintomas físicos claros como: taquicardia ; sudorese; tremores; tensão muscular; unhas roídas e dor de cabeça. A excitação ocorre por causa de uma descarga de um neurotransmissor chamada noradrenalina que é produzida nas glândulas supra-renais, lócus cerúleos e núcleo amigdalóide.
A principal característica psíquica da vítima da ansiedade é a aceleração do pensamento, ou seja, ela elabora diversas maneiras de se livrar “daquele estado”. O problema é que o movimento mental exagerado, acaba causando uma certa confusão mental e, conseqüentemente, uma ineficiência de ação. As pessoas em estado ansioso perdem boa parte de sua auto-estima, já que deixam de fazer muitas coisas porque se julgam incapazes de realizá-las.
Quando a ansiedade é recorrente e intensa, é chamada de síndrome do pânico (crise de ansiedade aguda).
Além das turbulências do cotidiano, a ansiedade pode ter um fundo genético. Pesquisas revelam que há a possibilidade de pais e avós ansiosos transmitirem a característica para seus sucessores. Nestes casos, as manifestações da ansiedade podem aparecer desde cedo, sendo a pessoa uma criança agitada, às vezes hiperativa, que tem dificuldades para dormir e que chora com facilidade.
A ansiedade precoce também pode ser resultante de uma infância carente e problemática, onde as dificuldades dos pais fazem com que a criança se sinta insegura e exposta e, condicione - ao longo da vida - um sentimento de que coisas ruins e sensações negativas ocorram a qualquer momento.
Uma terceira vertente para a origem da ansiedade é a dificuldade de incorporar fatos novos ou desconhecidos. O antigo sempre traz a sensação de segurança e controle. O novo, por sua vez, tem a capacidade de potencializar a sensação de medo no sentido de que algo ruim ou perigoso pode vir a acontecer.
A boa notícia para quem sofre desses “males da vida moderna” é que já existe um grande leque de tratamentos. Os remédios - anti-depressivos e ansiolíticos - são uma opção. Entretanto, para quem não quer se submeter à dosagens medicamentosas, uma excelente alternativa de cura é o tratamento através da medicina psicossomática e hipnose dinâmica.
O Instituto Verea dedica-se ao atendimento clínico, individual e em grupo de pessoas para a melhora e a cura de distúrbios de origem psicossomática como fobias, medo de dirigir ou de andar de avião, síndrome do pânico, tabagismo, drogas, álcool, problemas sexuais, entre outros e presidido pelo Dr. Leonard F. Verea.
Dr. Verea é médico psiquiatra pela Faculdade de Medicina e Cirurgia de Milão, Itália, especializado em Medicina Psicossomática e Hipnose Clínica, é presidente da Sociedade Brasileira de Hipnose Clínica e membro da CID CNV Istituto di Psicologia Analogica e di Ipnosi Dinamica, SIMP - Societá Italiana di Medicina Psicosomatica, Roma-Italia, The International Society for Medical and Psychological Hypnosis, New York-EUA, ABMP - Associação Brasileira de Medicina Psicossomática e a Sociedade Brasileira de Hipnose.
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